sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Engano

Como são fúteis as coisas da vida
Quanto tempo temos que perder
Será que não nos damos conta
Que uma vez que o tempo passa, não dá para reverter?
Por que somos tão cruéis com os outros?
Se no fim das contas estamos sendo cruéis conosco?
Bebendo do nosso próprio veneno
E morrendo lentamente, aos poucos
Como somos tolos em disperdiçar
A preciosa vida, que a qualquer momento pode acabar
Tão frágil e passageira
Como uma leve bruma ao amanhecer
Quanto tempo temos? Não dá para saber
Quero viver cada momento ao seu lado
Embora às vezes não mereça
Posso até não ser o melhor pra você
Mas posso ser o melhor de mim

Um comentário:

  1. Princesa, quanta habilidade no uso das palavras!!! Um dia eu chego lá . . .

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